A liberação da maconha no Brasil


Por Valmir Nascimento

Na enxurrada de criações da dita sociedade pós-moderna (aquela que baniu o Deus pessoal de suas vidas), outra idéia suja vem descendo pelos esgotos das cabeças de alguns políticos, intelectuais e cientistas brasileiros: a descriminalização do uso da maconha.

Não bastasse o projeto de lei que pune qualquer tipo de manifestação contra os homossexuais e a acalorada defesa da interrupção da gravidez (leia-se: assassinato por meio do aborto) a não penalização pelo comércio da maconha é outro tema que vem ganhando grande espaço no Brasil, demonstrando-se como mais um idéia estapafúrdia e grotesca, que caminha não somente contra a palavra de Deus e a cosmovisão cristã, mas também, contra a própria saúde e segurança pública.

A revista Galileu, edição de maio de 2007, trouxe como matéria de capa o assunto: Maconha, é hora de liberar? – o real efeito da descriminalização sobre o usuário e a sociedade, onde é analisado os prós e os contras da liberação do uso dessa droga.A declaração mais sórdida e descabida ficou por conta do Governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, eis a sua pérola, in verbis:

“A discussão sobre a descrimininalização das drogas deve ser globalizada, incluir a ONU. O mundo está pagando caro pela proibição rígida, que está levando a milhões de mortes por ano. Quantas pessoas morrem na Ásia, na África, nas Américas, na Europa por conta da proibição do tráfico de drogas? Quantas morreriam se houvesse um processo de legalização e controle? É preciso botar essa conta na mesa, e o primeiro país a discutir isso tem de ser os Estados Unidos, como a principal nação do mundo desenvolvido e um grande consumidor de drogas. Enquanto isso são gastos bilhões de dólares por ano no mundo inteiro no combate à droga. Os resultados são pífios, e muita gente continua morrendo”.

Em verdade eu me equivoquei. A declaração de Sérgio Cabral não é uma pérola, é antes uma mina inteira de bobagens! Pois bem, a idéia genial é a seguinte: Como anualmente muitos cidadãos morrem em virtude do tráfico ilícito de entorpecentes, a melhor coisa que o Estado tem a fazer é liberar o comércio, o que, com isso, acabaria a clandestinidade, a inflação do preço da droga, o tráfico, o lucro dos traficantes, a violência, e, finalmente, reduziria o número de mortes. Simples assim! Por que ninguém havia pensando nisso antes?

Segundo tal argumento, portanto, o que se deve levar em consideração quando se analisa tal problemática não é a questão moral ou familiar, tampouco a saúde dos cidadãos; tais temas, segundo se depreende, não vêm ao caso. O foco, por outro lado, circunscreve- se em estabelecer leis de mercado com vistas a aumentar os distribuidores, mercadores, representantes comerciais, nichos, etc. caso em que, aumentando a oferta, reduziria o valor do produto, onde então os clientes (viciados) teriam mais acesso.

Como dito, a moral, os preceitos familiares e os danos provindos do uso da maconha nem de longe são colocados nessa balança, tampouco são levados em consideração. Mas isso tem se tornado algo comum atualmente, de forma que os valores morais absolutos e os princípios que devem concorrer para a melhoria e a sustentabilidade da família (base do Estado – como assevera a Constituição Federal do Brasil) são deixados de lado.Recentemente, por exemplo, a despeito da liberação da passeata do orgulho gay na Avenida Paulista em São Paulo em detrimento da Marcha para Jesus, o Prefeito Gilberto Kassab (aquele de estopim curto), defendeu-se dizendo que a parada (é parada mesmo) dos homossexuais projeta a cidade de São Paulo demonstrando-se moderna. Já o Ministro de Saúde do governo Lula, Sr. Não sei o que Temporão (esqueci o nome nesse momento), ao defender o aborto, argumentou que a sociedade que não apóia a interrupção de gravidez é machista, e que os religiosos não deveriam ater-se aos assuntos de saúde.Então, para uma grande parcela de políticos e intelectuais a moral objetiva está morta, afinal, ela nem é levada em consideração quando das tomadas de decisão.

O mais importante são os resultados práticos que a decisão administrativa e legislativa dará ao problema, embasados em uma visão pragmática do mundo, onde a primeira pergunta a ser feita não é: O que é certo ou errado? mas sim: O que funciona?

Com efeito, no que pertine a maconha, estão fazendo a pergunta errada: Como acabar com o tráfico de maconha?, quando na verdade a indagação a ser feita seria: Como acabar ou pelo menos reduzir o uso da maconha?

A liberação da maconha no Brasil – 2

O QUE ACONTECE QUANDO SE LIBERA O COMÉRCIO DA MACONHA E PROFISSIONALIZA A PROSTITUIÇÃO?

Ah! Agora eu quero ver o que os defensores da liberação do uso da maconha e da profissionalização da prostituição no Brasil dirão após verem os nefastos resultados do que vem acontecendo em Amsterdã na Holanda, o país “modelo” da tolerância e da libertinagem.

O fruto da tolerância impensada foi demonstrado pela matéria da Revista Veja, edição 2050, de 05 de março de 2008, com o sugestivo título: “Mudanças na Vitrine: Farta de ser tolerante Amsterdã troca bordéis em bairro degradados por lojas e ateliês de arte”. (Leia matéria completa no final do post).

Sobre a questão da liberação da maconha no Brasil o debate já havia sido suscitado nesse blog por ocasião do primeiro post sobre o assunto. O tema rendeu. Naquela oportunidade alguns dos defensores de tal atitude argumentaram dizendo que a liberação do comércio da droga acabaria com o tráfico e, via de consequencia, com a morte, afinal, como disse um dos comentaristas já que se fosse liberado não se necessitaria ir atrás da cannabis em um lugar perigoso como favela.

Bobeira. Tremenda Bobeira!

Os holandeses viram na prática que esse pensamento é completamente equívocado. Com a liberação do comércio de drogas Amsterdã atraiu “os turistas de entorpecentes” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.

O direito de plena liberdade é outro argumento que os defensores da liberação da maconha tentam fazer prevaceler a todo custo. Outra falácia. Um dos grandes erros daqueles que supervalorizam a liberdade individual é esquecerem-se de tal direito não pode suplantar o direito de vida em sociedade. O direito à liberdade deve ser considerado e analisado sob os meandros da vida em comunidade.

A afirmação de que a liberação da venda de maconha seria um Dos meios de acabar com o contrabando é um absurdo, posto que a maconha é considerada como uma droga trampolim, ou seja, após o uso da maconha o viciado sente a necessidade de “progredir” para “viagens mais alucinantes”. Chegando-se o momento em que ele terá que adquirir e usar drogas como cocaína, heroína e outros narcóticos pesados.

Ora, As drogas atuam no cérebro afetando a atividade mental, sendo por essa razão denominadas psicoativas. Ela diminuem a atividade mental, diminuem a atenção, a concentração, a tensão emocional e a capacidade intelectual e, ainda, alteram a percepção.

A despeito da profissionalização da prostituição, idéia esta defendida pelo Dep. Fernando Gabeira, Amsterdã também viu o grande erro que eles cometeram. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta. Como relata a matéria “Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é conseqüência do excesso de liberalidade. O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu.”

Em dados, Amsterdã tem 14 prostitutas para 14 mil habitantes, quatro vezes mais que Paris. O tráfico de mulheres aumentou 260% nos primeiros três anos de legalização de bordéis. A prisão por posse ou comércio de cocaína, heróina e ecstasy (drogas proibidas na Holanda) cresceram 21% entre 2002 e 2006. 67% da população é a favor de medidas para restringir a prostituição.

É isso o que acontece quando se tenta legitimar atos contrários à moral e à Palavra de Deus. Os efeitos colaterias são certos. Legalização da prostituição traz consigo o aumento da criminalidade e o tráfico de mulheres. Liberação da maconha tem como resultado o aumento do tráfico de entorpecentes mais pesados e criação de um polo de “turistas das drogas”.

Não existe outra fórmula, o mal somente é vencido pelo bem.

“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”. — Paulo. (Romanos, 12, 21).

Bom seria se os nossos políticos colocassem esse versículo em prática.

Valmir Milomem

Mudanças na Vitrine

Farta de ser tolerante, Amsterdã troca bordéis
em bairro degradado por lojas e ateliês de arte


Thomaz Favaro

A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses. Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranqüilo e apinhado de curiosos. Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos.
A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta. Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.

De Wallen é um centro de bordéis desde o século XVII, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é conseqüência do excesso de liberalidade. O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu. A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.

O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada 1.000 holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca. O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai “turistas da droga” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa. “Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, disse a VEJA o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.

A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado. A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade.

Fonte: Revista Veja

9 Comentários

  1. ALCANÇADOS PELAS DROGAS ?
    2ª Coríntios 4.8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.
    2ª Coríntios 4.3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
    O flagelo do século tem chegado às nossas portas com tamanha força que as nações se posicionam ao combate como se participasse de uma guerra. Sim, uma guerra que acontece pelos becos, pelos escuros das ruas e praças em nossas cidades. Guerra contra o descaso, o abandono, da sobrevivência de alguns e da fortuna fácil de outros que para isto ocorrer escraviza o semelhante. A droga como meio momentâneo de fuga tem aprisionado sonhos e feito famílias mercê da sua própria sorte.Governos gastam milhões de dólares em toda a terra, procurando com suas forças a erradicação do mal chamado “droga”. Não se deve tratar droga somente à maconha, à cocaína, o craque, o haxixe, o LSD, o ecstasy e tantos outros alucinógenos de efeito retardado e de vício em ação imediata. Em alguns países algumas drogas são tidas como permissivas e em outras já há diferença, podendo ser até crime social o consumo de bebidas em público. O que não é caso do Brasil em que o álcool,agora, passou a ser encarado como danoso, mas ainda assim, é vendido livremente em mercados e em qualquer esquina, aí também o cigarro que até é incentivado o plantio como lavoura rentável. Num contra-senso entre algo necessário e algo prejudicial, permissivo, deixando de produzir a terra o alimento.
    O que fazer quando somos atingidos na intenção de traficantes e comerciários? Um dia talvez, quantos de nós até participávamos destas coisas todas. Graças a Deus que nos fez cair as escamas e abandonamos aquelas práticas, tornando-nos ovelhas do seu pasto.
    A Palavra de Deus fala que devemos não nos conformar com as coisas deste século, mas transformarmo-nos da mente para que possamos experimentar qual seja a boa e agradável vontade do Senhor.
    Sabemos que não há pessoa que não tenha conhecimento de alguém envolvido com drogas e seus nefastos danos. Se não temos um parente, temos um vizinho, um amigo, um filho de um amigo, enfim, é o mal presente em forma de “artifício ilusório”. Algo que adentra em nossas casas, em nossas escolas, em nosso trabalho, em nossas diversões, e sem consideração, até nas nossas igrejas, causando aborrecimentos às famílias e seus membros. O tráfico é implacável à vida da pessoa envolvida com ele.
    Em junho de 1998 o Brasil criou uma secretaria, atrelada à Presidência da República , e a casa militar, em que assinou tratado com outras Nações parceiras, se comprometendo em dez anos, erradicar em seu território com o uso, eliminando o flagelo representado pelas drogas. Não acabou, e aumentou consideravelmente daquele ano para cá o consumo, o tráfico, e o aparecimento de outras substâncias alucinógenas. Hoje, qualquer cidade tem seus usuários e o comércio destes produtos nefasto à vida. O que era até então, “privilégio” dos grandes centros, como Rio , São Paulo, Porto Alegre, Bahia, proliferou a todo o País, mudando o quadro para pior. A igreja neste contexto todo, busca fazer o seu papel de ensinar contra, apregoando valores, princípios de uma forma diferente à razão das pessoas, incutindo na mente dos seus ouvintes, algo, que o governo não consegue, afastando os seus jovens das práticas com a criminalidade. Entretanto, muita pouca coisa se tem procurado saber para poder orientar no meio evangélico. É até agora, tido como sem razão e até sem sentido, falar às pessoas crentes, que o problema de drogas não alcança as famílias que da fé participam. Ledo engano. Ou porque não dizer displicência. Segundo relatórios da ONU, estima-se que há no Brasil hoje, 870.000 drogados sem contar os usuários ocasionais. É muita gente se perdendo pelas ilusões passageiras. É necessário que envolvamos nossa juventude com algo sadio e produtivo, como as atividades esportivas, ações comunitárias, além da meditação às praticas religiosas, pois o jovem busca e precisa saber viver a vida não como um cabeça “oca”, mas como alguém que participa e vive numa sociedade. Não há como fugir disso, ou simplesmente seremos taxados de pessoas alheias ao mundo. E não

    somos assim, vivemos no mundo, mas não podemos nos igualar ao mundo. É diferente,
    e há a diferença. Podemos citar três frentes de atuação que a igreja pode se envolver, e estas podem ser base para as demais:
    1)- A igreja deve estar envolvida como instrumento de orientação social e política, tanto individual como coletiva, fazendo com que o indivíduo que dela participe, entenda o processo, tanto da vida cristã como de ser um cidadão que é um orientador em potencial, eis que sendo chefe de família e filho da luz, tem a obrigação e o dever de orientar sua própria família, ou que sendo jovem, constituirá sua futura família.
    2) – Investir seus recursos de conhecimentos para que os seus jovens e seus membros, venham desenvolver atitudes de transformação sociais, individuais, passando por primeiro em aceitar que indivíduos precisam de ajuda, para possam sobreviver no meio em que atuam. A igreja como instituição e as pessoas que dela fazem parte, não podem ser negligentes ao problema que as drogas têem causado à sociedade.
    3) – Colaborando com a ação social e coercitiva do Estado, propiciando que as famílias envolvidas, cortem seus vínculos com este terrorismo, proclamando a dignidade e os direitos dos indivíduos como cidadãos que almejam mudanças de hábitos e costumes, considerando que toda mudança, tem que passar por alterações de costumes para adquirir novos hábitos.
    Somos todos implicados em novas ações, e todas, passam pelo tão famoso IDE, ao transmitir novas posturas humanas estamos educando a pessoa a dar uma resposta contra o pecado, não só como doença como querem dizer alguns, mas contra toda prática que agrida o corpo que é feitura à imagem e semelhança do Criador. Fazendo assim com que as pessoas se aproximem de Deus e cumpram com seu papel de agentes transformadores da humanidade. O homem que desprezar a autoridade da Palavra de Deus é preza fácil de toda sorte de engano causador da desordem pública social.
    Podemos pensar que o evangelho está avançando com dificuldades. Mas realmente, o que temos feito como instrumentos de transformações sociais? Ou só queremos transformar a Igreja, como se fossemos nós que a transformássemos? O que cabe a nós como candeeiros que devem propagar Luz à toda criatura? Sermos diferentes em nosso próprio meio? Não!
    Cumpre a nós, pais e líderes, educadores, agentes de transformação, aceitarmos nossa responsabilidade com todo ser vivente sobre este planeta. Como povo de Deus, devemos erguer uma geração que tenha princípios na Palavra de Deus, objetivando mostrar o Reino de Deus como a Justa Justiça na esperança das nações.
    Falar em mudança implica em saber onde está a causa do efeito, e considerar que possa estar naquele que aponta o erro ao acusado apontado, e não neste. É difícil constatar? É.
    Muitos jovens são levados a pensar que é feio, é fora de moda ser diferente da turma, “ficar careta” e ser paranóico, se levar em conta o meio em que vivem e tem amizades.
    Vergonhoso, é ver estes jovens, escondidos pelos escuros das ruas e cemitérios à se drogarem, sem que façamos nada contra sua auto-flagelação. Sim, drogar-se é como AUTO PUNIR-SE, mesmo que não tenham esta consciência, ou quem sabe, amanhecer bêbado em algum lugar sem saber o que se lhe passou na noite anterior. Devemos procurar orientar que se o indivíduo não consegue ficar sem tomar um copo de bebida por dia, esta pessoa está precisando de ajuda, pois aquele negócio de deixar aos poucos, não funciona sem que aja mudança de pensamento em que se tenha que mudar hábitos.
    Há pouco material de fácil acesso ao assunto “drogas”. Poucas pessoas se interessam em saber mais sobre este problema. Geralmente o problema é do drogado e não se leva em conta a família deste. Dentro das igrejas o assunto quase que ou nada que, é abordado. E as drogas tem alcançado às suas portas. Falar em drogas fere em muito as convicções religiosas. A explanação sobre drogas é necessário como meio de instruir já que o governo com todas as suas forças e leis, não está conseguindo debelar a questão como deveria acontecer, e a Igreja aí, torna-se uma grande parceira, donde se propagará em que se O FILHO do homem vos libertar, verdadeiramente sereis livre; que também, estará atrelada no IDE e fazei discípulos em todas as nações, ENSINANDO-OS a guardar todas as coisas que vos tenho mandado.
    Jesus esteve sempre preocupado com a remissão, salvação e orientação das pessoas. Que isto seja a nossa meta, caso sejamos seus seguidores e seus discípulos.
    Valdir Carvalho – Cascavel – Pr 24.8.2008

  2. SABENDO MAIS SOBRE AS DROGAS

    Como seres espirituais que somos, sempre deveremos nos pautar pelo ensinamento da Palavra de Deus, o texto de Provérbios 2. 9 Então, entenderás justiça, juízo e eqüidade, todas as boas veredas. Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma. O bom siso te guardará, e a inteligência te conservará.

    Muitos de nós desejaríamos não tomar conhecimento sobre este assunto, desejando que elas nem existissem, mas, não há como, hoje, passarmos despercebidos sobre tal tema.
    Precisamos saber para poder orientar, ainda que objeto de pesquisa seja procurado:
    Quanto o homem se perde no mundo do vício dos alucinógenos, o que fazer, ainda mais quando são nossos parentes, amigos, conhecidos, filhos de amigos ou equiparados. Eis que o traficante numa ponta do problema é perverso, ele não leva em conta : Deus e sua criação, as famílias, os anseios, os sonhos, os ritos. Ele é o único que tira proveito do mal que causa. Já o intermediário, este, busca no seu comércio, até um meio da própria sobrevivência, também é danoso no processo em que está inserido. Entretanto, o consumidor, este é a causa e que dá causa a todo o processo do terrorismo que se instalou na face da terra, como o advento do século em que se transformou o consumo de drogas, o pobre coitado é sem sombra de dúvida a vitima de todo empenho danoso.

    Salmos 10.4 O perverso, na sua soberba, não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações. São prósperos os seus caminhos em todo tempo; muito acima e longe dele estão os teus juízos; quanto aos seus adversários, ele a todos ridiculiza. Pois diz lá no seu íntimo: Jamais serei abalado; de geração em geração, nenhum mal me sobrevirá. A boca, ele a tem cheia de maldição, enganos e opressão; debaixo da língua, insulto e iniqüidade. Põe-se de tocaia nas vilas, trucida os inocentes nos lugares ocultos; seus olhos espreitam o desamparado. Está ele de emboscada, como o leão na sua caverna; está de emboscada para enlaçar o pobre: apanha-o e, na sua rede, o enleia.

    Algumas coisas aqui abordadas são de suma importância ao nosso conhecimento, sem que as demais já conhecidas sejam desprezadas. Vejamos:

    1-. Dependendo do meio,pouco se fala sobre o assunto e pouca publicação há a respeito.
    2.- Em virtude, o velho e saudoso diálogo precisa voltar à reinar no meio das famílias.
    3.- Precisa-se averiguar aonde está o problema do indivíduo com tóxico-dependência: se no ocupacional, no social, no financeiro ou no familiar que leve à religião.
    4.- Procurar reduzir o convívio errado que possa estar conduzindo o indivíduo a ser um usuário, dado ao meio, a oferta e a procura.
    5.- Procurar descobrir a “causa e o efeito”, se dentro de casa, na escola, nos amigos, no trabalho, nas atividades, nas frustrações ou quem sabe: no ter de mais.
    6.- Saber avaliar a questão caso o filho esteja utilizando de meio toxicológico. O que fazer? Como fazer e a quem recorrer?
    7.- Não dramatizar o fato, encarar com realismo, com segurança, e ser objetivo na busca da solução do problema.
    8.- Procurar ter certeza do que está ocorrendo, para não ser o acusador apenas.
    9.-Ter uma conversa franca com o envolvido ou os envolvidos (filho e amigos dele).
    10.-Verificar há quanto tempo está ocorrendo o uso de substâncias ou bebidas.
    11.-Procurar identificar os motivos que levaram a fazer uso.
    12.-Não acusar o envolvido de: maconheiro, boleteiro, drogado, marginal, bêbado.
    13.-Não se recriminar se constatar que o problema esteve sempre junto de ti.
    14.-Dar o apoio necessário ao envolvido, como se você o fosse e precisasse de ajuda.
    15.-Lembrar que o amor, o carinho a compreensão são armas poderosas na ajuda.
    16.-Lembrar que o nosso passado é o nosso principal professor.
    17.-Ter a consciência que após curado, o usuário poderá recair e, prevenir-se antecipadamente sobre o problema, é antever situações desagradáveis. Ter em mente que a reconquista do controle da situação, dependerá do envolvido, o controle das suas atitudes e dos seus próprios pensamentos. Considerando sempre, os métodos empregados para a recuperação.

    18.-Que os pais podem e devem ser o exemplo para os seus filhos. Ter o conceito em mente que a fruta “jabuticaba”, seca no pé, e que a goiaba cai em baixo do pé; ou seja, nossas ações poderão desencadear reações em nossos filhos, e que eles, mesmo que não percebamos, estão constantemente de olho em nós.
    19.-A atitude que o pai tiver em relação ao descobrir que o filho é usuário ou dependente, desencadeará o rápido regresso ao estado natural do envolvido.
    20.-Saber que pode contar com ajuda dos meios sociais, da igreja , do poder legislativo do poder judiciário, não no sentido da repreensão, mas de orientação.

    A liberação das drogas resolveria o problema do consumo?
    O acesso fácil ao mundo das drogas poderá levar a um aumento do número de usuários experimentais e ocasionais, transformando-os em usuários contumazes. A liberação não oferecerá a eliminação da dependência do usuário. Se há a oferta maior, é porque há os que procuram é em maior quantidade, questão da produção em relação ao consumo.

    O que pode ser feito em relação à oferta?
    A prevenção é o divisor entre a busca e o consumo. A orientação leva à educação sobre o assunto, devendo vir com exemplos reais. Demonstrando as conseqüências, que inibirão o futuro usuário da busca à droga. Mostrando os danos físicos, emocionais, sociais, psicológicos que algumas drogas deixam as seqüelas irreversíveis à pessoa.

    Como podemos ajudar um jovem a ter atitudes contrárias à droga?
    Nossos exemplos como pais, nossas atitudes, nosso testemunho de vida.
    Os usuários potenciais, na maioria dos casos observados, são aqueles que presenciaram seus pais consumindo calmantes, para poderem dormir, droga de qualquer espécie que causaram fuga ante ao menor sinal de nervosismo, aqueles pais que tomavam qualquer coisa que propiciasse sair de situações. Uma dosezinha de uísque para dormir, para fazer refeições, um cigarro após uma discussão, tudo quanto propiciasse artifício de compensação emocional ao momento.
    Saber que este processo de aprendizagem começa na infância e vai até ao final da adolescência, e que sendo assim, eles nos observam.

    Quais as razões que levam uma pessoa a usar drogas?
    O fato de uma pessoa usar drogas uma vez ou outra, não faz dela um dependente. Mas experiências inocentes podem levar uma pessoa à presença da lei e ao internamento em uma casa de recuperação. O excesso de preocupação com os filhos em relação à droga, pode levar o filho à busca em saber qual a sensação que a droga causa, tornando-o um dependente. Saber orientar sem cobrar é uma questão necessária. Cabe ao adulto alertar sobre os riscos relacionados com o uso. O jovem, sendo um curioso por natureza, tende ir de encontro à busca. Para o adolescente, o risco faz parte do jogo, e o próprio risco, é transformado em desafio para sua auto-afirmação.

    As drogas podem modificar o que sentimos e ser atrativas pelo que causam?
    Sobretudo para o jovem sim. Ele necessita descarregar suas energias, ou demonstrar que como individuo é capaz. É onde começa o caminho inverso à maioria social. Não tendo ele, a maturidade pelos anos vividos, pode se enlaçar no convite fácil, e descambar para o desatino individual, donde o regresso será sofrido.
    Algumas atividades em que o jovem pode se envolver para que isto não ocorra é a interação desportiva, sadia. Sem que com isto venha à abandonar suas atividades religiosas e seus costumes. Nisto sempre monitorado pelos mais experientes.
    Consumir drogas é uma forma de prazer. Isso não pode ser negado. Entretanto o preço a ser pago pode ser muito alto.

    A pressão do grupo pode ocasionar o consumo?
    Não necessariamente. Dependerá do que implantarmos na cabeça da criança e no seu desenvolvimento de adolescente. Embora a pressão do grupo tenha influência, jamais o grupo, e sua influência, poderá ter domínio sobre a personalidade e o caráter do envolvido, sob pena de tudo quanto nós, pais nos empenhamos em transmitir, ter sido em vão e sem proveito..

    O uso da droga pode ser uma tentativa de compensação?
    Sim. Entretanto cabe aos pais o dever de propiciar segurança para seus filhos, através do afeto, demonstrando amor, amparo, apesar dos defeitos dos seus filhos e suas dificuldades como pais.

    Existem sinais que identificam se o filho está usando drogas?
    Não é de maneira fácil a percepção. Deve-se cuidar com o clima da desconfiança, pois poderá ser um pretexto à utilização. Os pais devem procurar saber sobre a questão com o próprio filho, com cuidado, e buscar orientação de quem é da área. Conflitos familiares podem levar os filhos à busca e utilização, pela oferta dos colegas. Estes serão mais presentes na vida dos filhos em relação aos próprios pais.

    Deve-se conversar com os filhos sobre o problema das drogas?
    Sim, na proporção que eles demonstrarem interesse. Mas sempre procurando orientar.
    Qualquer atividade vista como oculta do mundo dos pais e de seus orientadores, pode ser percebida como instigante e excitante, e, é tudo o que o jovem busca na fase da sua adolescência. Os pais devem prestar atenção às reações de seus filhos.

    Como deve ser as informações que os pais devem transmitir?
    Dado à percepção dos jovens ser maior que a de seus pais, eles provavelmente, saberão mais sobre drogas do que os próprios pais. Os pais terão maiores dificuldades em falar sobre as drogas ilegais do que as legais (álcool,cigarros). É aconselhável aos pais adquirirem conhecimentos básicos sobre as principais substâncias de uso e abuso, para que possam dar orientações corretas.
    A maioria dos filhos aceita a autoridade de seus pais, outros, próprio da idade, tem dificuldade. O autoritarismo, arbitrariedade ou rigidez em demasia, pode levar o filho para longe dos pais e mais perto daquele que oferece drogas.

    O que fazer quando um filho está usando drogas?
    Quando se tornar impossível conversar com o filho, os pais devem procurar pessoas que admirem o seu filho, tal qual: um amigo dele, um parente, uma pastoral de aconselhamento familiar, um professor, o médico da família , um jurista ou um profissional especializado. Não há uma resposta simples para esta questão.
    A lei é diferente para cada tipo de droga, portanto, a orientação é diferente.
    Cada indivíduo é diferente consigo mesmo, e os pais, são diferentes em conduzir orientação ao filho, pois todos são indivíduos em si.

    Aos que usam drogas, quem deve ser tratado?
    Principalmente os que se tornaram dependentes, tanto os ocasionais como os costumeiros. Os ocasionais, talvez com conselhos demovam de seus novos hábitos, já os costumeiros, necessitam de tratamento e orientação de pessoas mais aparelhadas.
    Devendo em ambos os casos, dar orientação sobre o perigo de se tornar um viciado e aonde o vício leva.
    O usuário experimental, é um indivíduo que poderá ser dominado pelo vício, aí, necessitando de ajuda sem sombra de dúvida, pois se tornou escravo do seu engano e do seu vício.

    O que causa a abstinência do uso?
    É como um luto após a quebra do laço que os unia. A droga e quem a consome, eram considerados mutuamente como amigos. A droga era aquela que sempre esteve presente em suas ansiedades. Nas tristezas e nas alegrias.
    O deixar da droga funciona como a morte de um parente que se vai. Nos primeiro dias causa depressão, tristeza e até raiva, vontade de que tudo fosse como antes, depois passa, é normal, e acontece com todos os que param. Como tudo na vida passa, esta sensação também passa. É como um acordar gradativo e muitas vezes isto causa susto, ou seja, constatação da realidade à vida, ao meio, à aceitação de si mesmo.
    Não deve estranhar se o envolvido possa ter atitudes diferentes, podendo voltar a ser uma criança ou adolescente. Isto não é retrocesso, são as causas das inconseqüências vividas.

    De quem é problema?
    É meu , é teu, é social.
    Como indivíduo, sou senhor dos meus atos, como membro da sociedade humana, meus atos individuais podem te alcançar, então, minhas ações passam a ser teus problemas também e vice-versa.
    Causa/ Efeito …. Ação e Reação.

    Fonte de busca:
    Casa Dia Jaú –
    Jaú –SP

    Elaboração:
    Valdir Car

  3. CRISTIANO! disse:

    NAO FODE! VC TEM Q APRENDER A ESCREVER SEM DEMONSTRAR A SUA OPINIAO DE MERDA Q PRA MIM NAO È PORRA NEM UMA!

  4. Júlio César disse:

    Realmente tem que liberar, as pessoas tem que ter acesso sim a tudo, cada um sabe sua responsabilidade com a sociedade, veja o álcool… Poucos lucraram muito na época da lei seca, hoje estamos com este mesmo problema só que agora com à maconha, olha aí a questão, sou contra o tráfico, pessoas de mal caráter, conhecidos como mulas, influenciando a juventude com seus estilos de vida empunhando armas de grosso calibre, gerando medo no meio que vive, este tipo de comportamento tem que ser banido, isto sim sou contra, o tráfico, que trás a violência ! Colocam armas na mão de pessoas de má índole sem vínculo com o governo trabalhando para um pequeno grupo de mercenários criminosos , com a liberação da maconha para o usuário, permitindo plantar para seu próprio consumo é legal e beneficente a sociedade , pois irá diminuir o poder dos organizadores do pontos de tráfico, assim com esta medida as bocas de fumo, assim conhecida, perderão uma grande parcela de poder, pois o consumidor não irá mais ser obrigado a obter a maconha neste pontos sujos e criminosos , enfraquecendo o crime de distribuição, e de arrecadamento de dinheiro , com isto perderão recursos para adquirirem armas e os pontos de drogas ficaram cada vez mais ralos e enfraquecidos para a policia entrar com estratégias de eliminação de facções criminosas, é estas organizações que esta enfraquecendo a política dos bons costumes, injetando dinheiro em políticos corruptos e engenhando o medo, o terror em todos os níveis da camada social do pobre até o rico ! Sou a favor, sim, e o ministro do Meio Ambiente está de parabéns! Espero que a sociedade acorde para este movimento principalmente o Rio de Janeiro, que sofre tanto com o tráfico nos periféricos da Cidade!

  5. Junior Felix disse:

    Pelo q podi perceber vcs chamam de pifias as declaraçoes de intelectuais brasileiros que são a favor de um plana sim para liberar a maconha e acho q eles estao sertos. Acho q o Sr Valmir Nascimento faz criticas desnecessarias pelo conteudo das criticas suponho que seja de alguma denominação envangelica que se acham os donos da verdade vcs sabem o que e bom pra igreja de vcs mas vcs sabem o que a população de fato quer? entao deixem de ser abtolados e deixem quem entende fazer leis, liberar,fazer imendas etc… vcs acabam perdendo a credibilidade se referindo de maneira ostil a pessoas respeitadas em todo teritório nascional . Pelo que me conta a igreja sim que perdeu credibilidade e as pessoas nao aguentam mais ver vcs pagando de certinhos e envolvidos em n encadalos viva a maconha!!!

  6. GLEICE KELLY disse:

    zã agora cabou…..
    imprimi pra mim
    por favor tenho q entregar
    amanha….
    obrgada.

  7. ariston teixeira disse:

    OK, liberdade tem que ser vista do ponto de vista da comunidade. da sua comunidade, que provavelmente encontram o caminho divino, que repudia as drogas e condena as plantas porque toda a criacao de deus e sagrada, logo a maconha deve ser criacao do demonio
    fico feliz em constatar que os cristaos continuam a agir como sempre agiram, conquistando espacos, matando , roubando, lutando contra a fe alheia, estuprando criancas que acreditam na tao boa fe. parabens por vossa grandeloquencia e por todo o ouro que conseguiram juntar no vaticano, espero que vosso deus faca vosso proprio juizo com essas pessoas que ao pregar a guerra juram estar pregando amor, falsos.

  8. Humberto disse:

    Quem plantô a primeira foi deus. ;)

  9. rafaella disse:

    eu acho que a maconha deve sim ser liberada q assim as pessoas passam mal e talvez se trate pq se não se tratar morre assim como todas as outras drogas e tbm nem vai fazer tanta diferença te pq as pessoas ja fazem isso escondido ,mais a minha unica preocupaçao é q isso não atinja as pessoas inocentes vai que tem uma fumaça saindo q nem o cigarro ate pq da pra sentir o cheiro de cigarro de longe imagine a maconha!!

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