Revista on line da Escola Dominical | IBSN 14-19-05-2010
Friday September 3rd 2010

A ressurreição de Cristo – Isaías de Jesus


cruz

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO

por Isaías de Jesus

TEXTO ÁUREO = “Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia”(Mt 28.6).

VERDADE PRÁTICA = A ressurreição de nosso Senhor é o perfeito fundamento de fé e pregação cristãs

TEXTO BIBLICO BÁSICO = Jo 20.1-10

INTRODUÇÃO

A ressurreição de Cristo foi a justificação do Crucificado, isto é, a declaração de Deus de que Sua morte, não foi morte de um culpado, e, sim, a do “Santo e Justo”; que não foi fatalidade ou martírio ao acaso, e, sim, propósito eterno e a verdadeira finalidade de Sua encarnação. Em conseqüência, a justificação da pessoa humana, mediante a fé, dependia também desta ressurreição. Portanto, na fé tudo depende do objeto, do conteúdo da fé (Rm 4.25).

1- A RESSURREIÇÃO DE JESUS É O FIRME ALICERCE DO CRISTIANISMO

A ressurreição de Jesus Cristo é o firme alicerce da Igreja Cristã, sendo o elemento do qual se origina uma das principais diferenças da doutrina cristã, quando considerada ante outras religiões. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios sobre a importância da ressurreição, disse: ‘…se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1 Co 15.17).

1. A importância da ressurreição. Os mensageiros da ressurreição de Cristo foram ministros dotados de grande poder. Um anjo do Senhor facilmente fez deslizar uma pedra maciça (Mt 28.2,3). Foi um anjo o portador da extraordinária mensagem de vitória sobre a morte (Mt 28.5-7).

A morte não é o fim da vida para aqueles que estão em Cristo (Mt 16.18; J0 6.37-40; 19.25,26). Jesus ressuscitou! Aleluia! Atravessou a matéria física, deixando vazio o túmulo onde jazera. O anjo rolou a pedra que fechava a entrada do túmulo, para que todos vissem que este, agora, estava vazio. Glória a Deus!

2. Os resultados da ressurreição. Ele não está aqui, porque já ressuscitou!” =(Mt 28.6). O que serviu de derrota para uns, foi a mensagem de gloriosa vitória e poder para outros. A ressurreição de nosso Senhor trouxe aos crentes a garantia da vitória sobre a morte e o inferno, e a certeza da vida eterna (1 Co 15.20-23, 53-55).

O pavor da morte dissolveu-se, por assim dizer, e o crente em Cristo pode agora, enxergar para além das nuvens, até à glória dourada da vida eterna em seu Salvador. Assim, a certeza da nossa futura ressurreição em Jesus é sempre nova, baseada no que diz a Escritura: “Mas agora Cristo ressuscitou dos mortos, e foi feito as primícias dos que dormem” (1 Co 15.20). Devemos, portanto, ter em mente este agora e, assim, proclamar a ressurreição de nosso Senhor como um fato sempre novo! A ressurreição de Cristo é, para sempre, a suprema e majestosa base do Evangelho e da nossa fé.

II – CRISTO RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA

O Senhor Jesus havia ensinado aos seus discípulos que Ele ressuscitaria “ao terceiro dia” (Mt 16.21; Mc 9.31; Lc 9.22), após permanecer três dias e três noites no seio da terra. Veja Mt 12.40. Para que haja uma melhor compreensão do significado dos sofrimentos, morte e ressurreição de Jesus voltemos nossas atenções para a semana da sua crucificação.

1. Cronologia dos acontecimentos. Cronologicamente falando, Jesus terminou seu discurso escatológico numa terça-feira e, a partir daí, seguiu em direção à cruz, “como um cordeiro levado a matadouro”, para que se cumprisse a Escritura (Is 53.7).

Acompanhemos então os acontecimentos que se seguiram a esse dia:

= Domingo: Jesus é ungido em Betânia em casa de Marta, onde estavam seus irmãos, Maria e Lázaro (Jo 12.1-7). João diz que este acontecimento deu-se “seis dias antes da páscoa”. Portanto, exatamente no domingo!

= Segunda-feira: Entra em Jerusalém e chora sobre ela (Lc 19.37- 41).Portanto, “no dia seguinte” (Jo 12.12).

= Terça-feira: Faz a purificação do templo (Mc 11.11,12,15), e a- pós censurar os escribas e fariseus (Mt 23) Ele acrescenta:

“Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa” (Mt 26.2).

= Quarta-feira: Os evangelistas não registram nenhuma atividade humana de Jesus nesse dia.

= Quinta-feira: Come a páscoa com seus discípulos à tarde, e à noite segue para o Jardim do Getsêmani (Mt 26.20). De acordo com esta cronologia, Jesus morreu na

= sexta-feira: e, conseqüentemente, ressuscitou no domingo. O testemunho deixado pelos Pais da: Igreja. Primitiva, ate o terceiro século e unânime em afirmar que a crucificação teve lugar na sexta-feira.

2. Parasceve ou sexta-feira. Parasceve, significa “preparação para o sábado”. Na passagem de Marcos 15.42, fica terminantemente esclarecido que Jesus morreu numa sexta-feira:

“E, chegada a tarde, porquanto era o dia da “preparação”, isto é, a “véspera do sábado’.’.

Isso o autor deste evangelho registrou a fim de certificar-se de que seus leitores, não judeus, entenderiam que ele apontava o dia da crucificação como o dia imediatamente anterior ao sábado, pois leitores gentios talvez não entendessem a expressão “preparação” como designação para um dia particular da semana.

Nas fontes informativas judaicas também encontramos provas sobre o fato de que o Senhor Jesus foi morto no dia da “preparação” ou em nossa linguagem hodierna — sexta-feira, o dia anterior ao sábado daquela semana da páscoa.

III – TRÊS DIAS E TRÊS NOITES NO SEIO DA TERRA

1. Expressões diversas com o mesmo sentido. “Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra” (Mt 12.40). Muitas pessoas questionam a veracidade da afirmação de Jesus na passagem em foco. Então perguntam: “Como pôde Jesus permanecer no túmulo três dias e três noites se Ele foi crucificado na sexta-feira e levantado dos mortos no domingo pela manhã?”.

A expressão usa-se em outras conexões das Escrituras como sendo idêntica a “Depois de três dias” (Mt 27.63). Conforme o costume dos judeus e de outros povos da antigüidade, parte de um dia, no começo e no fim de um período, era contado, em casos especiais, como um dia completo (Et 4.16; 5.1).

A expressão “três dias e três noites”, na passagem bíblica supramencionada, equivale a dizer “três dias”. Do mesmo modo, as expressões “Depois de três dias” e “ao terceiro dia” (Mc 8.31; 10.34; Jo 2. 19), são frases que se usam uma pela outra para significar o período de tempo que Jesus passou no “seio da terra”, desde a tarde da sexta-feira à manhã do domingo.

2. Diferentes métodos de contagem do tempo. Conforme nosso costume ocidental, muitas vezes usamos o mesmo método de contagem do tempo. Por exemplo, muitos casais esperara que seus filhos nasçam antes de meia-noite de 31 de dezembro. Se nascido as 23,59 horas a criança será tratada, para efeito de imposto de renda, como tendo nascido a 365 dias e 365 noites daquela data. Isto é verdade mesmo que 99,9% do ano já se tenham passado!

De acordo com o ponto de vista dos maiores eruditos no assunto em pauta, no período da Criação o primeiro dia começou com a escuridão, e daí em diante, sucessivamente, cada período de 24 horas foi indicado como “a tarde e a manhã” (Gn 1.5).

Ao considerarmos o período de tempo desde o sepultamento até a ressurreição de Cristo, concluiremos que todos estes argumentos devem estar presentes.

3. O cômputo abrangente. No cômputo abrangente do tempo, as noites são retrospectivas, isto é, apontam para trás, porém os dias são prospectivos, apontam para a frente. Isso se dá, devido ao sistema judaico de calcular o espaço de tempo entre as 18h do dia anterior e as 1 8h do dia posterior. Conforme este sistema, o dia judaico começa às 18h, ou seja, um período de tempo que irá terminar no dia seguinte às mesmas horas.

Assim a noite da sexta-feira é retroativa: vai das seis horas da manhã desse dia até às 18h do dia anterior, isto é, da quinta-feira quando teve início a noite de sexta. Do mesmo modo, a noite do sábado também é retroativa: vai das 6h da manhã do sábado até às 1 8h da sexta-feira, quando teve início a noite de sábado, e assim sucessivamente. Dessa maneira, não há dificuldades alguma em compreendermos que qualquer período de tempo no domingo, depois das 6h é contado como um todo daquele dia, segundo este cômputo.

IV – RESSURREIÇÃO E GLORIFICAÇÃO = I CORINTIOS 15: 21

Jesus foi o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos para uma existência glorificada, não mais sujeita à morte como castigo pelo pecado (At 26.23).

Quando voltar a este mundo, ele levantará seus servos da morte para a vida ressurreta, como a sua própria vida ( I Co 15.20-23; 2 Co 5.1-5; Fp 3.20-21).Na verdade, ele ressuscitará da morte toda a raça humana. Porém os que não são seus ressurgirão para a condenação (Jo 5.29) e estarão sujeitos “à segunda morte” por causa de seus peca- dos (Ap 2.11; 21.8). Os cristãos que estiverem vivos na sua vinda, naquele instante passarão por uma maravilhosa transformação ( I Co 15.50-54).

Há uma continuidade entre o corpo mortal e o corpo imortal. Jesus ressurgiu com o mesmo corpo com que morreu. Paulo compara o corpo mortal e o corpo da ressurreição com uma semente e a planta que dela brota ( I Co 15.35-44). Embora haja continuidade, há também descontinuidade. Nosso corpo atual, como o de Adão, é natural e terreno, sujeito à fraqueza e à morte. O corpo da ressurreição, como o de Cristo, será espiritual, criado e sustentado pelo Espírito Santo, e pertencerá à ordem celestial, eterna e imperecível ( I Co 15.45-54).

Depois da ressurreição, os discípulos de Jesus puderam reconhecê-lo, apesar da diferença de seu novo corpo. Do mesmo modo, os cristãos reconhecerão uns aos outros, e haverá reuniões jubilosas quando cessar a separação causada pela morte. Isso se deduz de 1 Ts 4.13-18. Nessa passagem, Paulo assegura aos que estão aflitos que eles verão outra vez seus amados que são cristãos.

Glorificação é a obra de transformação que remove de nós todo o pecado e nos coloca num estado de perfeita comunhão com Deus (1 Co 13.12). Os santos cultuarão e servirão a Deus com uma natureza transformada e um coração libertado. Nosso desejo de estar com Deus e desfrutar de seu amor será cumprido na presença do Deus trino (Jó 19.26; Mt 5.8; Ap 22.3-4).

A descrição de Paulo, em Rm 8.30, do processo pelo qual Deus salva seus eleitos termina com um notável tempo verbal passado: “glorificou” aqueles que estavam salvos literalmente, a glorificação está ainda no futuro para cada um dos eleitos, com exceção do próprio Jesus. O pensamento de Paulo, aparentemente, é que nossa glorificação já foi decidida por Deus, como parte do seu plano soberano, e pode ser considerada como absolutamente certa.

V – A Ressurreição de Cristo é Garantia da Nossa – 1 CORÍNTIOS 15.12-28

O argumento aqui visa a mostrar primeiro, que nossa ressurreição está intimamente ligada com a de Cristo. Nossa ressurreição é certa, porque ele, como o representante da humanidade, ressuscitou dentre os mortos, num corpo humano que, embora mais etéreo em sua textura, foi facilmente reconhecido por aqueles que o haviam conhecido antes.

Maria reconheceu as bem conhecidas entonações da voz do seu Senhor. Tomé foi obrigado a crer, apesar de seus protestos em contrário. De fato, todos os amigos do Senhor foram convencidos mesmo contra sua vontade. Eles receberam a notícia de que ele ressuscitara como sendo histórias sem fundamento. Portanto, diz o apóstolo, é muito mais fácil admitir que o homem ressuscitará do que enfrentar as dificuldades representadas por um Cristo ainda morto, uma fé vã, um vão evangelho e um falso testemunho de tantas testemunhas dignas de crédito.

Que explosão de música irrompe nos versículos 20 a 28! A primícia é o precursor e a “amostra” da colheita toda. Em Cristo a Igreja inteira é apresentada a Deus.

Notemos a ordem divina no versículo 23: primeiro Cristo; depois, os que lhe pertencem; por último, o fim, quando a morte será destruída, todos os inimigos vencidos, e o reino de um universo emancipado finalmente entregue pelo Mediador ao Pai.

VI – O Corpo Atual, Semente de um Corpo Glorioso

1 CORÍNTIOS 15.29-41

A antevisão da ressurreição final ajudava os cristãos primitivos a suportar sofrimentos incríveis. Quando uma fileira tombava sob a perseguição, outra estava pronta para tomar o seu lugar; jovens crentes assumiam o nome dos mártires, de modo a perpetuar seu testemunho. Fora com essa esperança no coração que Paulo mesmo enfrentara, em Éfeso, o tumulto da multidão enfurecida (AÍ 19).

A crença na sublime anulação dos últimos efeitos do pecado era uma das principais feições do vitorioso poder do cristianismo. Em toda semente existe o germe de um novo e belo fruto, mais elaborado, mas ainda assim idêntico. Portanto, em cada um de nós, existe alguma coisa que tem a capacidade e a potencialidade de gerar outro corpo, através do qual o espírito emancipado será capaz de expressar-se mais perfeitamente do que neste corpo atual que é composto de material menos refinado.

Não é difícil crer nisso, depois de vermos a lagarta se transformar em borboleta. O mundo está cheio de coisas admiráveis e belas. A capacidade criadora de Deus se revela numa miríade de diferentes organismos. Ë por isso que a espiga dourada do trigo é mais bonita que a pequena semente marrom lançada na terra lavrada; assim, é de sua vontade que o corpo a surgir supere o presente em glória.

VII – A Vitória Sobre o Pecado e a Morte – 1 CORÍNTIOS 15.42-58

A vida no outro lado será tão real e tão intensa quanto esta. Nós não nos dissolveremos numa névoa fina, nem esvoaçaremos como fantasmas incorpóreos. Cada um de nós será provido com um corpo como aquele que o Senhor tinha depois que ressuscitou dentre os mortos. Será um corpo espiritual, capaz de ir e vir obedecendo a um desejo ou a um pensamento; um corpo que será perfeitamente adaptado ao ambiente de seu mundo espiritual.

O último Adão, o Senhor, realizará isso para nós. Mas nós devemos, nesse ínterim, fazer o melhor uso possível da disciplina da mortalidade, conservando nosso corpo puro e digno como templo e veículo do Espírito Santo até que venhamos a nascer no próximo estágio da existência.

Que triunfo ressoa nos quatro versículos finais! Gerações e gerações de cristãos já se posicionaram à volta dos restos mortais de seus entes queridos, pronunciando essas palavras de imortal esperança. O toque da trombeta reunirá os que já tiverem morrido e os santos ainda vivos na terra, formando um poderoso exército constituído por uma humanidade transfigurada e redimida.

Oh dia feliz! Então, nós nos manifestaremos e seremos galardoados e glorificados com Cristo. Todos os mistérios serão solucionados, todas asperguntas respondidas! Mas enquanto não chega esse dia, abundemos sempre na obra do Senhor Não devemos esquecer que quando falamos de ressurreição precisamos dizer alguma palavras sobre a “A Ascensão de Jesus

VIII – A ASCENSÃO DE JESUS – Lucas 24.51

A ascensão de Jesus foi um ato de seu Pai que consistiu em afastá-lo da visão dos discípulos, que estavam com os olhas fitos no céu (um sinal de exaltação), para dentro duma nuvem (um sinal da presença de Deus, At 1.9-1 1).

Esse ato não foi uma forma de viagem espacial, mas o passo que se seguiu á ressurreição, o retomo de Jesus da morte às alturas da glória. Jesus predisse a ascensão (Jo 662; 14.2,12; 16.5,10,17,28; 20.17), e Lucas descreve-a (Lc 24.50-53; At 1.6-11).

Paulo a celebra e afirma o conseqüente senhorio de Cristo (Ef 1.20; 4.8-10; Fp 2.9-1 1; 1 Tm 3.16). O autor da Carta aos Hebreus aplica essa verdade para encorajar os corações desfalecidos (Hb 1.3; 4.14; 9.24). Jesus Crista é o Senhor do universo, fonte de enorme encorajamento para todos os crentes. A ascensão, de certo ponto de vista, foi a restauração da glória que o Filho tinha antes da Encarnação; de outro ponto de vista, foi a glorificação da natureza humana de um modo que nunca ocorreu antes e, de um terceiro ponto de vista, foi o começo de um mina que antes não tinha existido dessa forma.

A ascensão estabelece três fatos:

1. O poderio pessoal de Crista. Ascensão significa elevação. Assentar-se à direita do Pai é ocupar a posição de soberano em nome de Deus (Mt 28.18; I Co 15.27; Ef 1.20-22; I Pe 3.22).

2. A onipresença espiritual de Cristo. No santuário celestial da Sião celestial(Hb 9: 24; 12.22-24), Jesus é acessível a todos os que invocam o seu nome(Hb 4.14) e poderoso para auxiliá-los, em qualquer lugar do mundo (Hb 4.16; 7.25; 13.6-8).

3. O ministério celestial de Crista. O Senhor, como Rei, intercede por seu povo (Rm 8.34; Hb 7.25). Embora pedir ao Pai seja parte de suas atribuições(Jo 14.16), a essência da intercessão de Cristo é a intervenção em nosso favor, ao invés de súplica em nosso benefício (como se sua posição fosse de mera compaixão, sem status ou autoridade). Na sua soberania, ele agora prodigaliza em nosso favor os benefícios que seu sofrimento ganhou para nós. Do seu trono, ele envia o Espírito Santo constantemente para enriquecer seu povo (Jo 16.7-14; At 2.33) e equipá-lo para o serviço (Ef 4.8-12).

Conclusão:

O Evangelho: Cristo Morreu e Ressuscitou – 1 CORÍNTIOS 15.1-11

Se o capítulo 13 é um salmo de amor, este capítulo é um salmo de esperança, uma esperança que não pode ser frustrada. É o mais memorável argumento que existe em defesa da ressurreição do corpo.

Notemos que a ressurreição não era, primeiramente, uma doutrina, mas um fato.

Não é necessário prová-la, mas simplesmente dizer que Cristo ressurgiu e, portanto, todos ressurgiremos, porque Cristo é o Filho do homem.

Outras religiões se baseiam em filosofia e metafísica, mas o túmulo vazio no jardim de José de Arimatéia é a chave de abóboda do evangelho.

Se ela não puder ser sustentada, como o foi na Igreja Primitiva, a superestrutura desmorona como um aglomerado de nuvens. Mas ela pode ser sustentada. Há mais evidências em favor da ressurreição de Jesus do que de qualquer outro fato da história moderna. Da mesma forma que as pessoas podem recusar- se a crer na ressurreição do Senhor podem fazê-lo em relação à batalha de Waterloo.

O testemunho de Paulo é por demais importante, porque ele sabia tudo que os fariseus podiam alegar contra ela. Na verdade, ele próprio também havia feito oposição a ela. Notemos que as palavras “não eu” (v.10) também aparecem em 7.10 e Gálatas 2.20.

Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar)

Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados – MS

Lições bíblicas CPAD 1989

Bíblia de Estudo Genebra

Comentário Bíblico F.B. Meyer


Educação a Distância
Compartilhar:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • Posterous
  • RSS
  • Technorati
  • Twitter

Deixar Comentário