A TECNOLOGIA A SERVIÇO DO MAL
Texto Áureo: Dn. 12.4 – Leitura Bíblica em Classe: Sl. 101.2-4; Dt. 7.26; I Ts.
5.21
Fonte: http://www.subsidioebd.blogspot.com/
Pb. José Roberto A. Barbosa
Objetivo: Mostrar que a tecnologia, com seu aparato utilitário, pode ser tanto benção quanto maldição. Cabendo, ao cristão, examinar o que convém, à luz da Bíblia, e reter somente o que for bom.
INTRODUÇÃO
Vivemos em uma sociedade tecnológica, de modo que é improvável que nos privemos de tudo o que a ciência moderna nos legou. Por essa razão, veremos, na aula de hoje, como lidar com a tecnologia, em especial, a televisão, a internet e o celular.
1. DEFINIÇÃO DE TECNOLOGIA
Vem do vocábulo grego téchne e refere-se ao tipo de conhecimento que resulta na produção de objetos e na realização de propósitos específicos, como habilidades, artes, ofícios, artesanatos, técnicas, entre outros. A tecnologia, enquanto ciência, está assoada ao conhecimento aplicado à fabricação de aparelhamentos, a partir da matéria prima, com vistas aos interesses humanos. A tecnologia tanto pode trazer confortos e o prolongamento da vida (através de medicamentos e aparelhos médicos) como artefatos nucleares, armas de destruição em massa, foguetes intercontinentais, etc. A tecnologia, por conseguinte, é neutra em si mesma, mas pode ser utilizada tanto para propósitos úteis quanto prejudiciais aos seres humanos.
2. A TECNOLOGIA NA SOCIEDADE MODERNA
Na sociedade moderna, a tecnologia passou a assumir um posto considerável. De modo geral, ela tem sido utilizada para a promoção do materialismo. O que se observa é que a ética, isto é, a moral não tem avançado na mesma proporção que a descobertas tecnológicas. Basta tomar como exemplo disso, a questão da clonagem que, em virtude da rapidez dessa descoberta científica, os seres humanos não conseguem ainda abordar esse tema com segurança. Testemunhamos, assim, que, ao invés de suprir os anseios da sociedade, a tecnologia, tem servido como instrumento de pesadelo. Isso é visto na cultura consumista atual, na qual, pessoas impelidas por valores distorcidos, buscam, no conforto material, entretenimento fútil e ambição insaciável, a felicidade que somente Deus pode proporcionar. Os psicólogos destacam que, esse tipo de comportamento tecnológico, pode resultar em desequilíbrio mentais e emocionais, bem como em neuroses de vários tipos.
3. OS CUIDADOS COM A TECNOLOGIA
A tecnologia está por toda parte e os seres humanos, de certo modo, já se tornaram dependentes dos equipamentos disponibilizados pela ciência moderna. Quem consegue viver hoje sem um celular, um computador, um aparelho de TV, entre outros? Há aqueles que, na verdade, se tornaram viciados em tecnologia. A mídia alimenta esse tipo de vício incentivando ao consumo desses bens. Mais que isso, há uma estrutura que fomenta a aquisição de objetos cada vez mais novos e com maior recursos tecnológicos. Todos os anos a indústria produz celulares, carros, entre outros, com quase nenhuma diferença do ano anterior, mas tenta convencer as pessoas de que elas precisam se desfazer do velho e adquirem o novo. Há também uma cobrança social que instiga os indivíduos a se apresentarem sempre com o que há de mais novo à disposição no mercado. Além disso, percebemos, a cada dia, o uso inadequado desses equipamentos, bem como suas conseqüências a curto e longo prazo. O celular está controlado a vida das pessoas, inclusive, no templo, eles são ligados e alguns fieis abandonam o circulo da comunhão para atenderem a uma chamada que poderia ser postergada. Outros se deixam levar pela internet e pela televisão, não saem mais de casa para se reunir com os membros da igreja porque estão conectados aos bate-papos virtuais, e, até mesmo, aos “cultos” computadorizados. A programação da televisão, em quase sua ampla extensão, principalmente da TV aberta (já que a tv a cabo ou por assinatura é privilégio de poucos), se reduz à baixaria, restando alguns poucos programas que possam ser vistos pela família. Mesmo os noticiários precisam ser bem avaliados, pois mesmo defendendo uma pretensa isenção, na verdade, estão comprometidos com interesses anti-cristãos.
CONCLUSÃO
Precisamos desenvolver, em nós, a mente de Cristo (I Co. 2.16), a fim de que não sejamos preza dos rudimentos mundanos (Cl. 2.8), antes levemos cativo todo pensamento à obediência de Cristo (II Co. 10.5). Em relação à tecnologia, não devemos pender ao radicalismo, mas, por outro lado, devemos examina-la à luz do evangelho (I Ts. 5.21), retendo o que for proveitoso. É interessante, também, que não desprezemos as coisas simples da vida, abrindo mão de algumas suposta regalias tecnológicas, para estarmos ao lado da família, das pessoas que amamos. Além disso, as inúmeras facilidades tecnológicas não podem nos distanciar da intimidade com Deus e com o próximo. Nada substituiu, também, os momentos de oração e leitura da Bíblia, a qual, mesmo com tanta tecnologia, continua sendo lâmpadas para os nossos pés e luz para os nossos caminhos (Sl. 119.105).
BIBLIOGRAFIA
COLSON, C. PEARCEY, N. O cristão na cultura de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2006
PALMER, M. D. Panorama do pensamento cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 2001






Temos que rever isto. ok?
Pr. Raimundo Carlos Almeida
Os subsídios são publicados antes das aulas.
Att.
Ensinodominical
Que todas as igrejas tivessem essa mentalidade! Tranmitindo o que há de melhor na face da terra aos internautas.
Outra coisa que eu penso ser muito útil: Que as igrejas principalmente as Assembléias de Deus, à qual pertenço, tivesse escolas seculares como o tem a igreja Batista e Adventista. Desta forma as nossas crianças seriam muto melhor instruídas nos ensinos seculares sem desfazerem dos ensinos espirituais. Que os pastores incentivassem aos jovens ao estudo atá ao curso superior para serem professores cristãos, disputando os lugares com tantos filhos de belial, como pederastas, lésbicas, macumbeiros. ETC. que estão em todas as escolas transmitindo mensagens e exemplos errôneos às crianças. Os primeiros lugares foram feitos para os filhos de Deus; Ele nos fez para sermos cabeça e não calda.
Que todas as igrejas tivessem essa mentalidade! Transmitindo o que há de melhor na face da terra aos internautas.
2. Gostaria que, as lições fosse ensinado no domingo a noite, para que a igreja participasse deste ensino tão maravilhoso, porque a Escola Dominical é freqüentada pela menoria
O pregador disse ontem a noite que “nem todos iram
servir a cristo como você”. Mas eu glorifico a DEUS porque alguns ainda se desviam das aparencias
do mal.
De preferencia uma semana antes bem detalhadas todos topicos passando pelo texto aureo ate a conclução
Pense façam isso
Pb Julio Cesar
Link
As remessas entre os vizinhos da América Latina
Migrantes-Remessas (estatísticas em inglês)
Sem Fronteiras (inglês)
Uma rede multinacional de trabalhadores imigrantes, negócios, cooperativas de crédito, instituições de microfinanças e outros protagonistas financeiros está servindo a um segmento subatendido usando a Internet e um cartão de débito.
Um modelo que liga remessas a uma rede transnacional de empresas, organizações sem fins lucrativos, cooperativas de crédito, instituições de microcrédito e outras instituições financeiras por meio de uma plataforma de cartões de débito e cartões pré-pagos tem apresentado um resultado muito simples: todos ganham. O modelo, que combina o uso de tecnologia aprimorada, maior eficiência e menores custos nas transações de remessas tanto para populações migrantes como para instituições financeiras, foi apresentado na sede do BID por Raúl Hinojosa, bem-sucedido empresário e professor de Economia Política Internacional da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).
Ao explorar as necessidades especiais de populações transnacionais, Hinojosa ficou conhecendo os avanços em tecnologias baseadas na Internet que lhe permitiram co-fundar No Borders, um programa-piloto de serviços financeiros que atende às demandas de trabalhadores migrantes que querem enviar dinheiro para suas casas. O mercado de remessas é responsável por bilhões de dólares anuais. Em 2004, trabalhadores migrantes do México enviaram dos Estados Unidos a suas famílias um total de US$16,6 bilhões.
Fundado em 2003, No Borders parece ter revolucionado os segmentos de remessas e comunicações. Inicialmente, a empresa oferecia serviços de transferência de valores e ligações telefônicas de longa distância a imigrantes mexicanos nos Estados Unidos e seus familiares no México.
Durante o Fórum Internacional sobre Remessas de 2005, organizado pelo Fundo Multilateral de Investimentos do BID, Hinojosa, que preside e dirige No Borders, explicou o modelo inovador que a empresa vem adotando para reduzir os custos de transações de remessa e, ao mesmo tempo, gerar novas fontes de receita para os parceiros da empresa e aumentar sua própria lucratividade.
A fórmula é simples. Os cartões de débito e cartões pré-pagos, ponto central dos negócios da empresa, são utilizados para efetuar remessas e são emitidos por meio de uma rede de parceiros afiliados a portadores de cartões nos Estados Unidos e na América Latina. Aos imigrantes nos Estados Unidos que enviam dinheiro para casa por meio da plataforma de cartão de débito e cartão pré-pago de No Borders permite-se, gratuitamente, uma transação de remessa por mês, no valor de até US$350, desde que o remetente e seus beneficiários no país de origem se associem a cooperativas de crédito participantes do sistema. Para se associar ao sistema, as instituições parceiras – cooperativas de crédito, bancos e empresas licenciadas de remessa de valores – pagam uma taxa módica destinada a cobrir os custos de transação.
Como salientou Hinojosa, “a remessa a custo zero significa fundos adicionais que podem ser gastos por aqueles clientes em condições de pagar por outros serviços necessários oferecidos pelos parceiros participantes”. Assim, os parceiros pagam a No Borders os custos das transações de remessa, em troca dos benefícios econômicos que recebem com o aumento do número de associados, tornando o modelo economicamente viável para todos os participantes.
O modelo de No Borders também beneficia os portadores de cartões de outras formas como, por exemplo, fornecendo cartões de desconto em assistência à saúde, seguros, viagens e outros produtos. Dessa forma, os parceiros afiliados se beneficiam do acesso ao crescente mercado hispânico.
Remessas e telecomunicações representam apenas uma fração dos gastos domésticos das populações transnacionais. “A empresa pretende acelerar sua penetração nesse mercado crescente e, ao mesmo tempo, reduzir seus custos de transação de remessas e oferecer outros serviços e produtos financeiros e comerciais”, acrescentou Hinojosa. A plataforma e o sistema de banco de dados de cartão de débito e cartão pré-pago poderiam atuar como facilitadores de uma gama quase ilimitada de produtos e serviços que, além de oferecer conveniência e economia, contribuem para afirmar o poder das populações migrantes.
Atualmente, No Borders opera programas-piloto com populações transnacionais originárias do México, de El Salvador e do Equador, mas espera, muito em breve, implementá-los para outros imigrantes da América Latina, do Caribe e do Leste da África e suas famílias.
Hinojosa destacou a importância de ligar oportunidades econômicas às diásporas migrantes. A questão de migração e remessas, concluiu, é ainda mais importante do que o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA). Ele criou No Borders com a convicção de que prestar serviços a comunidades migrantes é um bom negócio.
Ele aproveitou a oportunidade combinando uma tecnologia emergente com um mercado ávido e mal-servido. O fato de que No Borders é lucrativo, diz ele, expõe “os custos transacionais desnecessariamente altos impostos às comunidades que menos condições têm de arcar com eles”.
Em seu início, a computação era tida como um mecanismo que tornava possível automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, as “máquinas gigantes” começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar. Como conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar tarefas e passaram a lidar com Informação.
A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que um usuário ou uma empresa possa tirar proveito. A informação é, inclusive, um fator que pode determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de uma empresa. E isso não é difícil de ser entendido. Basta imaginar o que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações relativas aos seus clientes…
Apesar de possível, muito dificilmente uma empresa de grande porte consegue perder suas informações, principalmente quando se fala de bancos, casas de câmbio, entre outros. No entanto, o que ocorre com mais freqüência é o uso inadequado das informações adquiridas ou, ainda, a sub-utilização destas.
A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas – estão ligadas às mais diversas áreas – que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe “fórmula mágica” para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outras aspectos de uma empresa. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho podem ocorrer. Por exemplo, se uma empresa renova sua base de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15″ para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria comprar computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de pelo menos 17″. Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o Autocad, porém com lentidão e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.
.: Livros sugeridos :.
:: Tecnologia da Informação: Planejamento e Gestão
:: Tecnologia da Informação: Tomada de decisão estratégica
Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.
A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. E tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes.
Vai uma crítica, envia-nos os subsídios a tempo, na segunda-feira de preferência.Será de grande importância em nosssa Escola Dominical.
Estaremos orando por vocês.
A Paz do Senhor.
Ore por mim e minha família