O Blog da Escola Dominical e do Ensinador Cristão
Wednesday March 17th 2010

Os perigos da ambição – Ev. Isaias de Jesus

Ev. Isaías de Jesus

COLOSSENSES 3: 5 = = Tiago 4: 1-10

INTRODUÇÃO

A nova vida em Cristo é incompatível com a prática teimosa do pecado. Não podemos conservar nem tolerar certos vícios de comportamento, uma vez que decidimos entregar nossa vida (inteira) para Deus. O apóstolo Paulo, com freqüência, cita em suas epístolas listas de pecados que jamais deveriam constar na vida de pessoas que desejam morar no céu (veja 1 Coríntios 5.9-13; = 6.9-11; = Gálatas 5.19-21). Neste estudo, iremos analisar um grave desvio daqueles que ainda não entenderam a mordomia, que inclusive é parte do jugo de Cristo. Antes de entrarmos no assunto em foco, veja algumas preciosas informações a respeito da nossa mordomia, na parábola da “pérola de grande valor” registrada em Mateus 13.45-46.

Vencendo a avareza, derrotamos o principal empecilho da liberalidade.

1 – “FAZEI, POIS, MORRER A VOSSA NATUREZA TERRENA”.

A vida cristã deve ser uma constante “mortificação” da velha natureza. Na morte de Cristo, todo crente regenerado também “morreu”, e isto, para que tenham direito de participar da ressurreição para a vida eterna (veja Colossenses 2.12). O termo grego nekrosate é o mesmo que fazer morrer, mortificar. Isto ocorre quando o cristão permanece na cruz (veja Gálatas 2.19), e decide manter-se obediente à Palavra:

“Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Mc 8.34). “se negue”, é dizer não ao pecado e, sobretudo a si mesmo (ao velho homem). Paulo não está convocando ninguém para o “auto-flagelamento” ou para a prática do ascetismo (arrependimento seguido de sacrifício ou tormento; veja Colossenses 2.20-23), mas a um rompimento radical com a vida antiga (de antes da conversão). E, pois necessário lançar fora o velho fermento antes que toda massa se destrua ou estrague (veja Êxodo 12.15). Existe dentro do nosso ser algo como um “mau impulso” ou “inclinação natural para o mal”, que Paulo chama de carne ou velho homem (veja Romanos 7.18) e as duas grandes paixões que essa tendência pecaminosa desempenha são o adultério (área sexual) e a idolatria (área das posses).

II- “E A AVAREZA, QUE É IDOLATRIA”.

O termo grego para avareza é pleonexia, que também significa: ganância, insaciabilidade, cobiça. Esse termo está etimologicamente vinculado a pleon (mais) e echõ (ter), e tem a ver com uma pessoa que nunca está satisfeita (e não desfruta o que já tem) e anseia por acumular cada vez mais (veja I Timóteo 6.8,9). Por que a avareza torna-se idolatria? Porque Deus deixa de ser o alvo, o centro, e o indivíduo procura realizarem-se em si mesmo, nas suas posses.

Jesus disse: “Ninguém pode servir a dois senhores (…) Não podeis servir a Deus e às riquezas [Mamom” (Lc 16.13), a palavra grega Mamom empregada no original grego, pode perfeitamente ser a personificação de uma divindade pagã, um rival de Deus.

Quando alguém preocupa-se em excesso com as coisas materiais, a ponto de comprometer seu compromisso e devoção pessoal a Deus (faltar nos cultos para trabalhar, sonegar dízimos e ofertas), está pecando, pois não está colocando Deus em primeiro lugar (veja Mateus 6.33), além de desconfiar da promessa divina.

A atitude que manifestamos em relação ao dinheiro, revela se estamos ou não submissos a Deus. O primeiro mandamento diz: “Não terás outros deuses diante de mim” (Ex 20.3); esse “outro” pode ser qualquer coisa ou pessoa a quem dispensamos lealdade prioritária antes de Deus, pode ser o dinheiro ou o “eu”. Paulo diz que Cristo é a primícia (veja I Coríntios 15.23), ou seja, o melhor tem de ser para Deus. O melhor do tempo, dos talentos, dos recursos etc.

III – COMO RESISTIR A AMBIÇÃO OU A COBIÇA

1. A ORIGEM DAS GUERRAS E DOS CONFLITOS

Consoante à pergunta: “Donde vêm as guerras entre vós?”, isto é, entre os crentes, dentro da igreja? Responde Tiago que elas vêm dos deleites, da cobiça e da falta de sabedoria na oração.

1. Deleites (v.1). Não é pecado o crente viver prazerosamente. Porém, através de Tiago, Deus condena o hedonismo, doutrina filosófica segundo a qual o prazer é a finalidade última, o bem supremo da vida. Neste caso, “deleite” é uma forma de glorificação dos sentidos, é o culto de adoração ao “eu” próprio.

Segundo o lúcido ensino de Tiago, a força dos prazeres que operam na nossa vida é que tem produzido o clima conflitante que está a minar a força e a sugar a vitalidade espiritual de muitas igrejas. O espírito de contendas entre cristãos é o produto da carne vençida pelo intenso desejo de prazer. E o homem dominado pela carne que produz conflitos dentro da igreja.

2. Cobiça (v.2). Desejar o que há de melhor, bem como desejar progredir na vida não se constitui um mal em si mesmo. Mas “cobiça” conforme trata Tiago, não representa aspiração legítima. As conseqüências da cobiça (v.2),são: morte, inveja, conflitos, guerras. Que conste, nenhum crente em sã consciência admitiria que isto proceda de Deus. As conseqüências da cobiça são sempre funestas. As Escrituras registram o seguinte exemplo: tomado pela cobiça, o rei Acabe consentiu em matar o piedoso Nabote, a fim de apossar-se da vinha que este não quis vender-lhe (1 Rs 21).

3. Falta de a sabedoria no pedir (v.3). O ensino de Jesus de que “todo o que pede recebe” (Mt 7.7,8), é corroborado por Tiago. Contudo, ele fala acerca daquelas pessoas que pedem, mas nada recebem. Por quê? Porque pedem mal. Isto é: pedem fora da vontade de Deus, para gastar nos seus próprios prazeres.

Uma vida espiritualmente desajustada produz orações desorientadas, as quais não recebem a resposta de Deus. Ninguém, nem mesmo através da oração, pode fazer de Deus ministro de suas próprias concupiscências. “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, SEGUNDO A SUA VONTADE, ele nos ouve” (1 Jo 5.14).

IV – AMIGO DE DEUS OU AMIGO DO MUNDO

Tiago não usa a expressão “adúlteros e adúlteras” para acusar os cristãos, seus leitores, de impureza sexual Não. Ele se dirige àqueles cristãos que, devendo estar “casados”, “consorciados” com Deus, O têm traído, preferindo o concubinato com o mundo. Prosseguindo, Tiago pergunta aos seus leitores, se eles não sabem que:

1 – A amizade do mundo é inimizade contra Deus (v.4). No seu livro Os Radicais, Alan Pallister, diz: “Amar o mundo é dar o nosso coração ao materialismo, à ambição ou ainda a coisas muito boas e válidas mas que assume importância maior que o nosso Criador. O amor à pregação do evangelho pode ser, no sentido negativo, amor ao mundo, se nos dedicarmos à pregação movidos pelo desejo de autoglorificação. O nosso amor à casa de oração pode ser considerado amor ao mundo, se dermos maior importância à aparência do lugar onde oramos do que ao serviço, ao louvor e à adoração, em primeiro lugar, ao Senhor, que é a razão primordial para a existência de tal coisa”.

2. O Espírito que em nós habita tem ciúmes (v.5). Os estudiosos das Escrituras têm tido alguma dificuldade quanto a afirmar se é o Espírito Santo ou o espírito humano que de nós tem ciúmes. As melhores versões da Bíblia, porém, grafam este versículo como sendo o Espírito Santo que com ciúmes zela por nós. Na versão Matos Soares, lemos: “Porventura imaginais que a Escritura diz em vão: O Espírito que em vós habita ama-vos com ciúme?”

3. Deus resiste aos soberbos mas dá graça aos humildes (v.6). E uma atitude de arrogância o crente admitir que pode amar o mundo, “dar córdas” aos seus deleites, à cobiça, à inveja, e também semear contenda entre irmãos, e por fim não vir a sofrer o juízo divino. Em contrapartida, referindo-se aos humildes: “assim diz o alto e o sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é santo: Num alto e santo lugar habito, e também com o contrito e abatido de espírito, para Vivi- ficar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos ‘ (Is 57.15).

V – VENCENDO AS PAIXÕES CARNAIS

As paixões carnais podem ser vencidas de forma triunfal pelo crente. Isto é possível, desde que siga a orientação dada pelo Espírito. Parte dessa orientação compreende o seguinte:

1. Sujeitai-vos a Deus (v.7). O crente deve submeter-se ao governo de Deus e não ao domínio dos deleites que em seus membros guerreiam.

2. Resisti ao Diabo (v.7). Apesar do fato de “o Diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”, o ensino das Escrituras é de que devemos resistir-lhe firmes na fé (1 Pe 5.8,7), certos de que ele fugirá de nós.

3. Chegai-vos a Deus (v.8). A garantia que temos é de que Deus se aproxima de nós à medida em que nos aproximamos dEle. A Bíblia registra vários nomes de excelentes servos de Deus no passado, mas apenas alguns desses nomes vêm acompanhados da afirmação de que andaram com Deus, entre os quais se destaca Enoque (Gn 5.24). Deus se recusa a partilhar-nos com o mundo.

4. Alimpai as mãos (v.8). “Mãos” aqui fala de serviço integral e santo dedicado inteiramente ao Senhor. Só “aquele que é limpo de mãos” é que terá permissão de subir ao monte do Senhor e de estar no Seu lugar santo (Sl 24.3,4).

5. Purificai os corações (v.8). Tiago diz textualmente: “…vós de duplo ânimo, purificai os corações”. Deus não se compraz com o crente de coração vacilante, dividido entre a adoração a Ele e o amor ao mundanismo. Deus é Senhor de tudo quanto somos e temos, ou então não é Senhor de coisa alguma. Deus reclama exclusividade sobre os nossos motivos e ações.

6. Senti as vossas misérias (v.9). Ao contrário daqueles que enfatizam o prazer com o maior fruto do cristianismo, Tiago manda:
“Senti vossas misérias, e lamentai, e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza”. Antes de ser uma religião alegre, c cristianismo deve ser a religião do coração partido a sangrar.

7. Humilhai-vos perante o Senhor (v.1O). Deus resiste ao arrogante, ao soberbo. Deste modo ninguém triunfará junto a Deus, a menos que se humilhe ante Sua face. A recompensa dos que se humilham está em que eles serão exaltados pelo próprio Deus.

CONCLUSÃO

.Na carta aos Colossenses, Paulo detalha o fato da obra perfeita e retentiva de Cristo outorgada por Deus a todo cristão genuíno, em outras palavras nós morremos e ressuscitamos com Cristo, e agora a nossa “…vida está oculta, juntamente com Cristo, em Deus” (Cl 3.3). Talvez seja por isso que a nova vida em Cristo não é compreensível pelos não-crentes. Quem é mais feliz? O que é mais importante? Ter ou ser? O que doa ou o que recebe? (veja Atos 20.35). Quem ganha ou quem perde? (Mateus 16.25).

Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados – MS Evangelista Isaias Silva de Jesus (auxiliar) 3° Trimestre 2008 – Tema: 6º Lição Os Perigos da Ambição Bibliografia:- Sermões Para Todas as ocasiões – Walter Bastos Lições Bíblicas 1989 CPAD – Raimundo de Oliveira

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2 Responses to “Os perigos da ambição – Ev. Isaias de Jesus”

  1. luciano says:

    A ambição exagerada que pssa por cima de tudo e todos pode levar a morte.

  2. HÁ CAUSA NA AMBIÇÃO?

    Provérbios 26:15 O preguiçoso mete a mão no prato, Difícil lhe é reconduzi-la à boca. Mais sábio é o preguiçoso aos seus olhos, Do que sete homens, que sabem responder bem.
    A Palavra de Deus admoesta o homem preguiçoso, dizendo que se nada produzir nada poderá levar à sua boca. E que também ele sempre terá uma resposta à sua atitude de descaso com o tempo.
    Na Palavra está que tudo tem o tempo certo de acontecer Eclesiastes 3:2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou.
    Reconhecendo o trabalho de um lavrador, tentemos ver onde está enfocada nossa ambição. Nas coisas perenes e passageiras ou nas que estão por vir, do alto e duradouras ?

    Aos olhos humanos naturais o mundo gira pela ambição que o indivíduo tem em relação à sua realização. Palestras de motivações pessoas fazem despertar, mesmo que momentaneamente, reações na pessoa, causando o desejo do sucesso, a busca de atingir metas e realizações individuais ou corporativas. Causando a sensação do objetivo realizado, na satisfação do poder exercido sobre algo ou alguma coisa. Bens ou pessoas.

    Corporações se empenham em atingir suas metas, que aos serem atingidas são implementadas em mais quotas, levando o individuo envolvido a estar em constante ansiedade pessoal, causando-lhe a insatisfação que transmitida ao coletivo, torna efeito inverso ao que se propunha como bom, quando determinadas. Propiciando assim um vício idealizador, mesmo que para isto algumas coisas atreladas à ética sejam deixadas ao lado. A busca da satisfação pessoal leva o cidadão a querer provar no coletivo que ele é capaz, quando isto não acontece, fica a amargura da desilusão, visto que algumas coisas estão atreladas ao querer de terceiros e não a vontade daquele que busca realizar.

    Na pirâmide do assunto ambição, está outro quesito tão pernicioso à pessoa quanto os dois primeiros, e este, está atrelado ao sexo. O apetite às coisas que a sexualidade desperta, atrelada a insatisfação pessoal e oferta de produtos erotizados pela divulgação da mídia, onde o corpo, a nudez, os trejeitos são lançados à mão de agências que vêem um filão de mercado consumidor, não importando se para isto criam novas tendências de comportamento ou que as velhas tradições de vida em grupo sejam banalizadas.
    O dinheiro e o poder levam os homens a desprezarem culturas e ensinamentos corretos, argumentando assim, o que era correto e o que não seja problema. Causando assim, novas tendências de vida e de conceitos sociais. Mudando comportamentos e distorcendo caráter.

    A Igreja sofre as conseqüências do mundo relativista, quando afrouxa suas doutrinas ou quando oferta um evangelho barato. Dependendo aí de uma ação firme de quem a orienta e dirige. Sempre que o orientador pautar pelo desejo de “casa cheia” , correrá o risco de ter uma casa também cheia de problemas. A Palavra fala em Provérbios 15:16 Melhor é o pouco, havendo o temor do SENHOR, do que grande tesouro onde há inquietação. Sabemos que desde muito, a Casa do Pão tem se tornado objeto de interesse dos que almejam posição, pois, poder fascina o interessado.

    Os que pregam a prosperidade, nas instituições neo-pentecostais, incentivam aos que participam e assim desenvolvem suas convicções, a que ofertem mais e mais, pois assim o fazendo, as portas se escancararão sobremaneira aos que lhes derem em demasia. Pensando estar agradando, podem estar colocando o reino de Deus como objeto de barganha social e financeira, onde os interesses individuais possam estar mascarados pelos dízimos e ofertas volumosas, despertando a cobiça dos que querem mais e mais, fazendo do rebanho objeto de interesses e vendendo fé como se o céu pudesse ser adquirido por valores monetários.

    O evangelho da consolação, o reino de Deus oferecido tão barato, tem levado igrejas a se encherem de problemas com pessoas mal convertidas e descompromissadas com a verdade que lhes deva ser inculcada para salvação da alma e não da satisfação passageira. Pessoas de diferentes tendências e de diferentes índoles adentram as igrejas e não são confrontadas em suas maneiras de viverem. Pois caso o confronto pela Palavra ocorra, possam se distanciar “da igreja”, diminuindo as ofertas e o resultado idealizado. O que fazer? Pregar e instigar à mudança para que produzam frutos de arrependimento ou deixar e com o tempo colher os frutos?
    Penso seja possível acontecer as duas coisas sem que as afastem da vida religiosa, com a devida orientação do Espírito Santo aqueles que dirigem, pode se aperceber das necessidade por que passa o rebanho e proclamar ensinamentos à que creiam e acatem como verdades dos que procuram salvação. Exercitando assim aquele que prega e ao que lhe escuta na PIEDADE da Justa Justiça de Deus.

    Um assunto que a maioria das igrejas procura deixar de ensinar é quanto a sexualidade dos seus membros. Infelizmente obreiros despreparados não conseguem enfocar o assunto sexo nas suas igrejas, sem que com isto possa estar falando de pecado. A orientação sexual nas igrejas tornou-se uma necessidade, dado ao mundo relativo em que a Igreja está inserida. E o mundo tem educado a sua maneira. Sexo sem depravação é coisa sadia e natural. Afinal todos indistintamente, somos oriundos de tais práticas, hoje temperamentos avessos ao assunto e são encontrados em nosso meio.

    O domínio da ambição em que o ser humano incorre, inclusive no meio dos que desenvolvem fé, deve estar centrada nos ensinamentos da Graça de Deus., ou seja, na busca de se obedecer os seus estatutos que são mandamentos para vivificação da alma.

    A pessoa natural tem lampejos de prosperidade, quem não almeja ser bem sucedido, tanto no trabalho, na sua casa, no seu casamento, na sua igreja , O que nos separa dos padrões de busca das coisas que os que não desenvolvem crença, é o nosso temor ao desagrado do Nosso Senhor. Aquele que tem a Deus como Senhor reconhece que é segundo a sua vontade o realizar em sua vida. Afora isto é desobediência aos seus mandamentos. Lembremos da parábola do rico e o camelo adentrar ao Reino dos Céus.

    A ansiedade, a inveja, a cobiça, isto sim, leva a pessoa, tanto de fora, quanto de dentro da igreja, a estar em desacordo com as regras da Palavra de Deus. O desejo irrefreado, os limites que não se alcançam, a busca exacerbada do intento do coração, tem levado o homem ao pecado contra Deus, já que Ele recomenda que não devemos nos preocupar pelo dia de amanhã , pois este, só a Ele pertence.

    Fala em Provérbios 16:8 Melhor é o pouco com justiça, Do que grandes rendas com injustiça. Infelizmente aos que escravizam seus semelhantes para obtenção da concretização dos seus intentos. Colhem aqui, o que deveriam semear para usufruir na eternidade. Mas isto é entendimento por fé. E fé, é aos que se achegam a Deus.

    Nossa consciência religiosa, treinada pela Bíblia, não nos deve levar a pensar diferente, pois não seguimos mais a conduta do velho homem, mas buscamos crescer na Graça do Nosso Senhor Jesus Cristo e nos seus ensinamentos.

    Pessoas ambicionas são as que fazem o mundo girar. Não nos é recomendado ficar esperando o tempo passar, não nos é instruído a sermos ACOMODADOS, ficar aguardando com impaciência pelo dia de amanhã. Pelo contrário fala que com paciência devemos aguardar a redenção. Mas manda esforçarmo-nos pela vida. Devemos procurar abreviar este tempo para que Jesus venha buscar seus escolhidos.
    Romanos 12.2 E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

    Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 09.8.2008

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